• Vick

Primeiro dia da WNBA começa pegando fogo!

Sem grandes surpresas para esta partida de abertura, mas uma confirmação: o quanto foi bom ver o Liberty contra o Storm




O jogo começou como esperávamos: uma meta para ajustar, passes para refinar, alguns movimentos agradáveis, mas também muitas perdas de bola. Seattle reservou um comitê de boas-vindas para Sabrina Ionescu, que não facilitou neste jogo. Mas é preciso mais para apagar o sorriso do rosto da novata número 1. Como esperado, Seattle se distanciou de Nova York e terminou o primeiro quarto com uma vantagem de 8 pontos: 16-24.



Infelizmente, uma lesão na Kia Nurse quebrou a atmosfera: um grande tornozelo torcido, tendo que sair do jogo no segundo quarto. Já a sorte sorriu para Storm e é Jewell Loyd quem relança a ofensiva permitindo que Seattle volte para a frente, e continuando a dominar, mas Nova York não desiste, impulsionada por Layshia Clarendon conectada a 20.000 Volts e formidável de eficiência no final.


O quarto tempo começa forte para Jordin Canada. Titular na ausência de Sue Bird na última temporada, a líder ultrarrápida de Seattle claramente deseja lembrar que ela não estava lá para brincadeira. No entanto, Seattle estava um passo acima, especialmente quando aperta sua defesa. A partida termina com uma vitória clara para o Seattle: 71-87.



Quão boa foi essa partida! Obviamente, nem tudo é perfeito, mas o nível oferecido em vista da preparação da qual os jogadores se beneficiaram é mais do que positivo. Seattle está tranquila: Sue e Stewie estão lá e garantem. Nova York já era esperado, em algum lugar entre Turnovers City e Hype Land, há ainda muito para construir, mas o potencial está lá. Sabrina Ionescu fará suas marcas e outras duas estreantes se destacaram: Leaonna Odom e Jocelyn Willoughby.

Sparks soltam faíscas no jogo contra Mercury


As três grandes jogadoras esperadas do Mercury eram Skylar, Diana Taurasi e Brittney Griner. As duas primeiras voltando de lesão e uma temporada de 2019 quase em branco, provavelmente levará um pouco de tempo para entrarem na prática.

Já em Los Angeles, Candace Parker, assume o início da partida sozinha, com um sorriso no rosto e Phoenix não fica de fora com a eficiência combinada de Diana Taurasi e Griner que terminam o primeiro quarto: 22-22.



O segundo quarto é tão apertado quanto o primeiro: as duas equipes se unem e o ataque do triângulo do Mercury machuca os Sparks. Mas do lado de Los Angeles, Nneka Ogwumike está em uma ótima noite e sua contribuição faz muito bem aos Sparks que consegue trazer vantagem para o time. O terceiro quarto retoma com vantagem do Sparks: a dupla Gray e CP3 faz o pó falar. Ação após ação, Los Angeles aumenta um pouco mais a diferença que só sobe terminando 80 a 53.


Phoenix endireita a cabeça um pouco no último quarto, mas foi muito difícil se recuperar, especialmente porque Nneka Ogwumike estava determinada a não perder uma única cesta. Boa introdução também para a novata do Sparks: Te'a Cooper, que termina a partida com 10 pontos, 2 roubos de bola e 2 assistências. A pontuação final é: 77 a 95. Los Angeles foi forte demais para Phoenix!



Ademais, os Phoenix Big Three são talentosos, mas um pouco solitárias. Obviamente, é muito cedo para tirar conclusões, porém o Phoenix realmente precisa ganhar impulso. Os Sparks, por outro lado, mostraram um rosto extremamente atraente, se eram os jogadores já existentes ou as novas recrutas.


Contra Indiana, Washington incendiou a quadra


No primeiro quarto Washington começa em um ritmo meio lento se distanciando de Indiana. Mas tudo muda com Julie Allemand que não fica para trás para marcar seus dois primeiros pontos, colocando uma explosão de velocidade que ela tem em segredo para a pobre Leilanni Mitchell, e termina com 36-26 para Washington. Indiana perde um pouco do foco no segundo quarto, enquanto Myisha Hines-Allen continua seu trabalho incrível.



Sem surpresa, a tendência não é revertida no terceiro quarto, mas a boa surpresa vem de Julie Allemand, que envia duas vezes uma cesta de 3 pontos muito boa. Obviamente, o Mystics liberou a pressão um pouco nos últimos 10 minutos, o que permitiu Indiana diminuir a diferença, contudo Washington termina o jogo com 101 a 76 pontos.



No lado de Indiana, não entre em pânico. A equipe carece de automação e consistência, faltam 2 jogadoras importantes na rotação e o cronograma da Fever foi sem dúvida o mais perturbado. Se McCowan encontrar seu ritmo e Julie continuar nesse seu impulso, com a Candice liderando, a equipe só pode melhorar.